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Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia inicia atividades de 2026 com palestra para jovens



Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia inicia atividades de 2026 com palestra para jovens

16/01/2026




 

Foto: Hudson Fonseca / Aleam

 

A Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), órgão legislativo de acolhimento, orientação e recebimento de denúncias de violência contra a mulher, inicia a programação de atividades para 2026 com uma palestra voltada à orientação de prevenção ao feminicídio.

 

A palestra, que será disponibilizada de forma virtual, é voltada especialmente para jovens de 15 a 20 anos e foi solicitada pela Instituição Arco-Iris para as integrantes da instituição. Mais informações podem ser obtidas em contato com a Procuradoria da Mulher através do Whatsapp: (92) 99400-0093.

 

Akerna Chagas, coordenadora da Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia explicou o motivo da escolha do público alvo. “Já iniciamos o ciclo de palestras deste ano com essa palestra voltada para as jovens para elas entenderem a escalonada da violência contra a mulher, pois o feminicídio ele é resultado de uma evolução da violência contra a mulher que começa com o ciúme excessivo, com o afastamento social da mulher do núcleo de apoio como família e amigos, segue, infelizmente, para empurrões, gritos e violência física e, em casos mais graves, ao feminicídio em si”, afirmou.

 

A Procuradoria dá sequência ao trabalho de combate à violência em bandas de Carnaval com panfletagem, visando combater o assédio e a importunação sexual durante a folia, na intenção de educar a população sobre a importunação sexual, a importância do consentimento e o respeito ao corpo e à vontade da mulher.

 

No mês de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, está prevista uma caminhada na Praia da Ponta Negra no dia 08 de março para chamar a atenção sobre a importância do combate à violência contra a mulher.

 

Neste ano vamos trabalhar ativamente ajudando as mulheres a identificarem os sinais de risco de violência antes da evolução para a violência física. As mulheres precisam entender que não é normal uma relação em que existam gritos, cerceamento de liberdade e controle, isso não é amor”, afirmou a deputada Alessandra Campelo, presidente da Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia.

 

 

*Fonte: Aleam

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